Preços de anúncios 2026: o que criadores no Brasil precisam saber
Acordo com a luz da manhã filtrando pela janela do meu apartamento em São Paulo, o celular já vibrando com notificações. Uma marca sueca de skincare quer fazer uma campanha no TikTok e Instagram para o mercado escandinavo. O briefing chegou ontem à noite: “precisamos de conteúdo autêntico, estilo day-in-the-life, para mulheres 25-40 anos na Suécia”. O orçamento? Eles mencionaram “competitive 2026 rates” mas não colocaram números na mesa. Respiro fundo. Aos 41 anos, reconstruindo minha confiança depois da demissão, aprendi que “taxas competitivas” pode significar qualquer coisa — de uma fortuna a uma exposição que não paga as contas. Minha câmera repousa na mesa ao lado, aquela que uso para as fotos artísticas que construíram minha pequena mas engajada comunidade. Não sou uma influenciadora de milhões de seguidores. Sou alguém que conta histórias íntimas através de imagens, e às vezes marcas pagam por isso. ...